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Carolina Peclat

 Desde criança, nos acostumamos com a típica pergunta de que profissão gostaríamos de seguir quando nos tornássemos adultos. Passamos pela adolescência com a exigência social de ter essa resposta na ponta da língua. E, mais do que isso, de dar o primeiro passo para aquilo que a sociedade definiu como “ser alguém na vida”.

Mas, se estamos em constante transformação – e evolução (que assim seja!) – como esperar que uma decisão tomada em uma fase em que temos muito mais perguntas do que respostas seja definitiva?

Somos uma geração acostumada com mudanças acontecendo na velocidade de um clique. As notícias se tornam parte de um passado em um F5, assim como aparelhos se tornam obsoletos a cada atualização de um software. Profissões que não existiam na época dos nossos pais determinam o presente. E o futuro? É o segundo seguinte. Tão imprevisível quanto a década distante.

mudar de ideia

Com tantas mudanças, é claro que vamos nos questionar o tempo todo. E tudo bem. Constantemente recebo um longo áudio de alguma amiga dizendo-se perdida por não saber o que quer fazer daqui pra frente. Que os planos traçados e caminhos percorridos até o momento já não fazem tanto sentido mais.

Com isso, vem dois sentimentos destrutivos: a culpa e a ansiedade.

O que é preciso entender é que mudar o rumo, de forma alguma, significa jogar fora tudo o que foi construído até então. Conhecimentos e experiências não são descartáveis. E tudo – absolutamente tudo – é utilizado para nos fortalecer e tornar os próximos passos mais fáceis. 

Um passo dado para trás não é, de fato, um retrocesso. Como em um jogo de tabuleiro, essa pode ser uma estratégia para andar mais casas logo à frente e vencer o jogo da vida. 

O que quero dizer é que tudo bem mudar de ideia. E tudo bem também nem saber que nova ideia é essa ainda.

Ao se dar um tempo e se reconectar consigo mesmo, conexão essa que muitas vezes perdemos com a correria do dia a dia, as respostas chegarão. E, a partir daí, é ir para a prática e colocar os desejos em ação. Sem pressa.

E uma coisa importante é preciso destacar: encerrei o primeiro parágrafo citando o conceito de “ser alguém na vida”. E, veja bem, ele deve ser acompanhado de muitas aspas. Não é o curso que você faz ou a profissão que você tem que define que você é alguém. Fazendo ou não uma faculdade, seguindo o plano inicial ou não, você já é alguém. E isso não é papo de coach, tá?

Se for para nos perdermos e, em seguida, acharmos a vida que desejamos ter a partir de dali, que a vida seja sempre feita disso. E não importa se é em relação ao trabalho, onde vive ou com quem se relaciona. Permita-se mudar de ideia! E tudo bem não fazer ideia ainda de qual seja ela!

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Um beijo :*

março 08, 2021 No comentários

 Será que uma boa autoestima está apenas relacionada à imagem corporal? Claro que não. A imagem corporal é apenas um dos fatores correlatos à autoestima. Especialmente em uma sociedade que supervaloriza esse aspecto.

A palavra em si quer dizer o ato de gostar de si mesmo. Será que gosto de mim apenas quando estou satisfeita com meu corpo? Ou existem outros aspectos da minha vida que me fazem reafirmar o ato de gostar de mim? 

A partir do momento que comecei a fortalecer minha autoestima, percebi também meus relacionamentos: afetivos, amorosos e fraternos. A mulher que antes aceitava algumas coisas e até as achava o máximo, agora não se contenta mais com o que lhe oferecem. Se você me conheceu ontem, hoje já não me conhece mais.

O que antes parecia aceitável, parece agora insuficiente. 

AUTOESTIMA AMAR

Muitas vezes uma pessoa fala algo sobre mim que me leva a pensar: será que ela está certa? Se estiver, desejo mudar? É verdade o que ela diz? Por quê é tão importante para mim provar que alguém está errada sobre mim? Se eu sei quem sou, preciso provar ao outro quem sou? Afinal, o outro apenas verá de mim o que o espelho de seus conceitos permite ver. 

E se seguimos para o nível dos relacionamentos fraternos a pergunta é: se faço tudo pelo outro, o que sobra para o outro fazer? Será que ele deseja mesmo estar comigo? Ou estar junto? Ou para ele apenas o desabafo pelo whatsapp, os audios, as conversas por telefone e acompanhar a vida pelas redes sociais é suficiente? Será que deixo espaço para o outro dizer não? Quantas interpretações existem em um “vamos ver”, “hoje não consegui”, “a vida anda corrida”. 

E o que eu percebi quando deixei de fazer demais pelo encontro?

O que percebi quando praticamente impedia o não do outro? O encontro com o outro não acontecia. Foi o exercício da minha autoestima que me permitiu dizer a mim mesma: “se é isso que tu me ofereces, eu pego minha bolsa, e vou tomar café feliz e sozinha”. Ter clareza que as escolhas são minhas e que os outros também fazem escolhas é maravilhoso. E que essas escolhas não estão necessariamente ligadas a me aceitar, a me encontrar, a me amar. 

Eu me amo o suficiente para caminhar livre, potente, autêntica pela vida. E este é o exercício de autoestima mais forte e mais permanente que pode acontecer no meu processo de autoaceitação. Você já experimentou fazer menos pelo outro e mais por si mesma? 

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fevereiro 28, 2021 No comentários
Oi Gente, 😊

Eu sempre estou em busco do autoconhecimento e do amor próprio o que tem tudo a ver com AUTOAJUDA, sei que muitas pessoas detestam livros e assuntos assim, mas também tem pessoas assim como eu adoram!

Então hoje vai a dica dos 6 GRANDES CLÁSSICOS DA AUTOAJUDA.


Separei os melhores ( e também o que há de mais bizarro) de algumas das obras de maior sucesso do gênero, para você ver qual se identifica e não perder tempo!!



1. COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS (Dale Carnegie, Companhia Editora Nacional)

Já vendeu mais de 50 milhões de cópias. Diz que você terá grande sucesso se parar de se queixar e de criticar as pessoas. Se ainda conseguir sorrir o tempo todo e só falar coisas interessantes, caso encerrado, você vai influenciar todo mundo.

Faz sentido: Tenta sempre entender o ponto de vista dos outros e evitar discussões.

Alto lá: Simpatia é algo complicado de ensinar, não? O risco da aplicação artificial das regras propostas é se tornar uma pessoa bajuladora e manipuladora.



2. VOCÊ PODE CURAR A SUA VIDA (Louise L. Hay, Editora BestSeller)

O livo afirma que você é totalmente responsável por tudo o que lhe acontecer - incluindo doenças e acidentes.

Faz sentido: A forma como encaramos os problemas realmente muda tudo. Se você acha que não merece algo bom ou que não é boa o suficiente provavelmente vai acabar se autoboicotando.

Alto lá: A autora apresenta ideias preconceituosas e um tanto descabidas do ponto de visto científico, como a de que o câncer pode ser causado pelo ressentimento que o doente teria guardado ao longo da vida.

AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO livro


3. AS SETE LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO (Deepak Chopra, Editora BestSeller)

O médico indiano sugere que, com sete mudanças espirituais, você pode ficar rico. Algumas das suas leis: fazer escolhas conscientes, não culpar os outros por seus problemas, descobrir seu verdadeiro talento.

Faz sentido: Se você se dedica profissionalmente ao que dá prazer (e ao que sabe fazer melhor) tem mais chances de se dar bem. E se você consegue aplicar esse talento em algo que seja útil à humanidade inteira, fantástico!

Alto lá: Nem sempre fazer o que amamos rende dividendos na conta bancária. E vamos combinar que ter dinheiro não significa ter espírito elevado, Sr. Chopra!

QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO livro


4. QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? (Spencer Johnson, Editora Record)

Dois ratos e dois humanos vivem em um labirinto e têm de se adequar Às mudanças para encontrar o que precisam para sobreviver: queijo.

Faz sentido: Quem fica parado vendo a vida passar realmente não chega a lugar algum. Saber mudar na hora certa faz toda a diferença na vida.

Alto lá: Os tipos de personalidade do mundo real são bem mais variados que os dos quatro personagens da fábula central do livro.

O SEGREDO livro


5. O SEGREDO (Rhonda Byrne, Ediouto)

Tudo o que você pensa pode se materializar (até mesmo as coisas ruins), revelam especialistas de diversas áreas. Se você se concentrar em coisas boas para sua vida, o Universo vai entender qual é a sua e enviar a encomenda bem rapidinho.

Faz sentido: Quem realmente deseja algo tem mais chances de conseguir o que quer. Ter foco nos nossos planos e projetos ajuda muito a realizar sonhos.

Alto lá: Só pensar positivo não funciona. Comer batata frita e mentalizando alface só faz você se sentir menos culpada. A balança não está nem aí.

OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES livro


6. OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES (Stephen R. Covey, Editora BestSeller)

Dá dicas para melhorar no trabalho. Entre elas: ser proativo, ter um objetivo, priorizar o mais importante...

Faz sentido: O livro lista boas dicas para aumentar a eficácia das nossas ações mantendo a ética e o companheirismo. Uma das partes mais legais é a que explica a mentalidade do ganha-ganha: é possível obter sucesso sem prejudicar ninguém.

Alto lá: Seguir à risca casa uma das dicas para melhorar as relações pessoais podem fazer você parecer uma pessoa forçada.

LEMBRANDO: Caso vocês queiram comprar um desses livros, antes leia esse post, pois tem um desconto muito bom em livrarias e outras lojas também, clique aqui.

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Um beijo :*
junho 28, 2019 No comentários

Escolher o caminho certo vai além de fechar os olhos, fazer o que manda o coração e depois pensar positivo para que  Universo conspire ao seu favor. Não existe nenhuma fórmula mágica para acertar sempre, mas a verdade é que, se você realmente participar de suas próprias decisões, pode aumentar  a chance se se dar bem. Buscamos, até nas teorias matemáticas, maneiras racionais de analisar seus dilemas. A sua primeira decisão: saber quais dos passos a seguir podem mesmo ajudá-la.



1. ESCOLHA ENTRE RAZÃO E EMOÇÃO

Uma decisão passional pode ser tão legítima quanto uma racional. A diferença é que, no primeiro caso, você descobrirá sua vontade mais sincera, independentemente das consequências.

Bate coração Quer aprender a ouvi-lo? Escreva duas saídas para a situação em dois papeizinhos. Tire um. Não gostou? Rasgue. Essa não é a decisão que você QUER tomar.

Cabeça dinossauro Faça a boa e velha lista de prós e contras, incluindo também as consequências de curto e longo prazo e até as chances de voltar atrás e recomeçar.

2. DESAPEGUE

O que vale mais: largar a faculdade de administração - porque, de repente, você concluiu que não tinha nada a ver - ou levar até o fim, só porque pagou durante dois anos?
Desapegue-se de que perdeu. Continuar na tal faculdade, por exemplo, não vai trazer de volta seu dinheiro ou seu tempo. Pior, você vai perder ainda mais tempo e atrasar a sua chance de descobrir uma nova vocação.

3. APRENDA COM O PASSADO

Muitos livros de autoajuda ensinam a esquecer o passado para apagar o sofrimento, Bobagem. É como desprezar a própria experiência. Vale a pena ter seu passado à mão, se você souber encará-lo com o distanciamento que permita entender quando e por que as coisas deram errado. Com essas preciosas informações, aumenta a probabilidade de uma decisão funcionar com se planeja.
Pergunte a si mesma: "Se mudar para a casa do Jorginho na segunda semana de namoro não funcionou, será que vai funcionar agora, com o Pedrão?"

4. CONSIDERE A VONTADE ALHEIA

Alguns de seus objetivos dependem dos outros.
Importante: você só convence uma pessoa a ajudá-la se for capaz de olhar o mundo com os olhos dela e de entender o que é capaz de movê-la.

5. VÁ SE INFORMAR

Não dá para prever o futuro nem adivinhar o que vai acontecer depois que você pedir demissão.
Mas você pode munir-se de informações que vão deixá-la mais segura.
O mercado de trabalho está fervilhando? Aquela vaga na empresa da sua amiga está aberta? é possível atuar como freelancer?
Algumas respostas estão na sua cara. Outras carecem de algum esforço de pesquisa. Corra atrás.

6. OUÇA SUA INTUIÇÃO

Está provado cientificamente que a intuição pode ser fruto de um rápido e sofisticado raciocínio - baseado em todas as nossas experiências anteriores.
É aquele "algo me diz" capaz de mudar a opinião quando todos os caminhos apontam  ara um lado, mas você ainda não está certa. Mas cuidado para não usar a suposta intuição como desculpa para não bancar uma escolha ousada, por medo.

7. INVISTA NA SUA DECISÃO

Você resolveu largar tudo por um mestrado na Sorbonne. Estava felicíssima, mas, ao chegar lá, enfrenta um frio do cão e descobre que terá de dividir seu quarto com uma finlandesa avessa a banhos. Mesmo quando você faz a melhor escolha, a consequência imediata pode não ser aquela alegria toda. É hora de pensar positivo. Se isso atrai o sucesso, não sabemos - mas com certeza vai fazer você se sentir melhor, o que já é muito.

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Um beijo :*
junho 16, 2019 No comentários
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Sobre mim

Sobre mim
Me chamo Ana Carolina sou Enfermeira e Massoterapeuta especializada em pós operatório de cirurgia plástica. Realizo também outras massagens. Atendo em Home Care na cidade de Niterói - RJ.

Massagens que realizo

* Drenagem Linfática pós operatório de cirurgia plástica. * Drenagem Linfática (retenção de líquidos). * Drenagem Linfática em gestante. * Drenagem Linfática pós parto. * Massagem Modeladora (Para redução de medidas). * Massagem Relaxante (para relaxar e soltar a musculatura). * Ventosaterapia. * Aplicação de Taping.

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